«La luz del lenguaje me cubre como una música»

(Alejandra Pizarnik)

Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008

publicar mensagem

Ela pensa durante alguns segundos, sabe que escolheu o cd errado, a música apodera-se das paredes, das mãos e dos olhos. (Eles vêem a montra, ela finge que não os vê.) Ela conta os dias. Ela odeia os carros que se estendem pelas pessoas, quer abandonar o dela. (Eles não entram.) A música é peculiarmente criativa. Ou então é ela. Esta música dá vontade de viver episódios irregulares. Ela não gosta de férias nem de domingos, não gosta de estar só, não gosta. Ela não sabe do que gosta. Gosta de empacotar coisas, talvez. De vencer a geometria das caixas, das malas ou das gavetas. De lugares improváveis.

1 comentários:

sophiarui disse...

olha- deixo-te mais um comentário só para não te sentires sozinha... daqui a nada ainda me dá uma veneta e vou praí estudar pró teu sofá!!

estás a pedi-las estás!!! heheheh ;)

abracinho bom