«Ele que deixasse os livros, diziam, para os paralíticos e os moribundos.»

Sábado, 31 de Janeiro de 2009

ainda em leituras

«Para viver não posso mais largar. Papel no qual invisto tacteamento, ou artes de mergulho até ao centro do que sou. Esta certeza, seja o que for que sou: não vou forçar, mas deixar-me ir. E eis: todo o planeado some-se. Formas previstas pulverizam-se neste preciso instante aberto a qualquer brisa vinda de verdade - estrondo tilintante, megatonelada de berlindes despejada na cidade.»
Nuno Bragança em A Noite e o Riso