«Também combati a vontade de acrescentar no final que there´s no such thing as a trama monstruosa», diz ela no mail. Pela parte que me toca, e admitindo desde já que perdi as contas às tramas que nos vão chegando por mail, estou convencida que esta já foi cá postada. Assim, deixo só a linha final, que não há coisa que me deprima tanto como ser repetitiva.
"As minhas dúvidas e interrogatórios começaram a envolver tudo, como uma liana que fosse enredando e afogando as árvores de um parque numa trama monstruosa."
Ernesto Sabato, O Túnel, pág. 69-70, 1ª edição, Relógio d'Água