«Ele que deixasse os livros, diziam, para os paralíticos e os moribundos.»

Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

de resto

uma pessoa acordar às quatro da tarde no sofá da livraria cuja gerência está à sua responsabilidade, com vincos na cara, as bochechas muito vermelhas e a franja fora do sítio, nem seria grave não fosse dar-se o caso de andar por lá a espreitar um poeta lembrando Inês.