«Não podia deixar de o dizer:
A noite de Sábado foi do melhor e teve de tudo, desde:
- Cãocrodilos charmosos a atender ao balcão com um esmero inquestionável;
- Amendoins abençoados cujo teor calórico nos tornou possível a efusiva e manifesta gabarolice;
- Livreira com vestido retro, a lembrar um quadro de Hopper num café parisiense (gostei de lhe ter acertado com a pevide na língua, logo à primeira);
- Livreiro xamã que passou a noite a chamar 'fanfarrão' a escritores frustrados (por isso as festas na nuca, tão doces e que bem me souberam);
- Guitarrista ‘andante’ a experimentar todo o tipo de adereço feminino, sempre com grande sucesso (esperemos pelas fotos para a pontuação final);
- Meninas bonitas meio tontas a dançarem o Last Splash das Breeders como se tivessem novamente 17 anos (e ainda bem que não tinham, pois com 17 anos ainda dá multa);
- Tradutores prazenteiros cujo abraço valeu ouro, tipo aquele ouro de abraçar sangue irmão;
- O comunicável casal Alvim, com quem nunca me canso de conversar, porque aprendo sempre alguma coisa;
- A música do vasco felino que parecia poesia em frequência feromónica (isto existe?);
- Escritores tímidos com livros assinados e mails escritos numa ofensiva clara de engate (juízo onde andas? obrigado catarina, mas ela ainda não respondeu. ainda... era gira, não era?)
- Raparigas com pés torcidos, outras com meias coloridas às riscas;
- Raparigas com cabelo cenoura a emitir estalos com a língua a fazer lembrar o som das bolas extra dos flippers antigos;
- Vocalista cinematográfica a quem apetece trancar em quartos de hotel e despejar todas as polaróides
- Fotógrafos exímios na vertente paparázzíca (mais uma vez, esperamos por elas)
- Conversas no parapeito que quase me fizeram chorar, de alegria e tristeza, com amigos que se tornam cada vez mais amigos.
Como vêem, a Trama não é só a Trama. A Trama é algo que nem vocês poderão ainda saber. Porque todos os bocadinhos dela, estão espalhados por cada um de nós.
Um beijo e abraço
Deste vosso amigo
Fernando Dinis»
A noite de Sábado foi do melhor e teve de tudo, desde:
- Cãocrodilos charmosos a atender ao balcão com um esmero inquestionável;
- Amendoins abençoados cujo teor calórico nos tornou possível a efusiva e manifesta gabarolice;
- Livreira com vestido retro, a lembrar um quadro de Hopper num café parisiense (gostei de lhe ter acertado com a pevide na língua, logo à primeira);
- Livreiro xamã que passou a noite a chamar 'fanfarrão' a escritores frustrados (por isso as festas na nuca, tão doces e que bem me souberam);
- Guitarrista ‘andante’ a experimentar todo o tipo de adereço feminino, sempre com grande sucesso (esperemos pelas fotos para a pontuação final);
- Meninas bonitas meio tontas a dançarem o Last Splash das Breeders como se tivessem novamente 17 anos (e ainda bem que não tinham, pois com 17 anos ainda dá multa);
- Tradutores prazenteiros cujo abraço valeu ouro, tipo aquele ouro de abraçar sangue irmão;
- O comunicável casal Alvim, com quem nunca me canso de conversar, porque aprendo sempre alguma coisa;
- A música do vasco felino que parecia poesia em frequência feromónica (isto existe?);
- Escritores tímidos com livros assinados e mails escritos numa ofensiva clara de engate (juízo onde andas? obrigado catarina, mas ela ainda não respondeu. ainda... era gira, não era?)
- Raparigas com pés torcidos, outras com meias coloridas às riscas;
- Raparigas com cabelo cenoura a emitir estalos com a língua a fazer lembrar o som das bolas extra dos flippers antigos;
- Vocalista cinematográfica a quem apetece trancar em quartos de hotel e despejar todas as polaróides
- Fotógrafos exímios na vertente paparázzíca (mais uma vez, esperamos por elas)
- Conversas no parapeito que quase me fizeram chorar, de alegria e tristeza, com amigos que se tornam cada vez mais amigos.
Como vêem, a Trama não é só a Trama. A Trama é algo que nem vocês poderão ainda saber. Porque todos os bocadinhos dela, estão espalhados por cada um de nós.
Um beijo e abraço
Deste vosso amigo
Fernando Dinis»