segunda-feira, 9 de maio de 2011

De como pode ser a morte mais fácil do que o amor.

«Deixa-me que fuja»
Ainda terei tempo? Ninguém melhor do que tu conhece o caminho, os atalhos, as pedras, as árvores, as marcações dos anos nos sítios destes campos, dos lugares destas esquinas na cidade; ninguém melhor do que tu pode saber as horas que conservo à minha frente.






Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta, Maria Velho da Costa, novas cartas portuguesas, Pub. Dom Quixote, 2010
(org. Ana Luísa Amaral)