sexta-feira, 7 de junho de 2013

decifra-me ou devoro-te,

dizia a ideia de Brás Cubas. E falando do que é fixo, eu diria Zorn, diria Moura, diria aquela manhã em que a mulher das unhas verdes lia numa carruagem do metropolitano: Anastasia, eu não faço amor, eu fodo. Eram oito e quarenta e dois de uma linda manhã de sol.