sábado, 22 de junho de 2013

uma mulher impossível não é uma mulher

Eu queria era ser terra santa, lugar de peregrinos, de redenção. Não o Deus mas o chão que Ele pisa. Queria da graça a revelação e da natureza a alegria celeste. Não a mãe mas a árvore: ser uma amoreira, um limoeiro. Lavar os pés aos viajantes e, em seguida, enxugá-los com uma toalha branca. É claro que nada disto é para mim, embora me agrade pensar que sim. Por agora espero: um amor, um homem, uma mensagem escrita.