sexta-feira, 2 de agosto de 2013

roubar aos sóbrios para dar aos bêbados

Eu, que não percebo nada de nada, venho por este meio averiguar se, naquele caso do trabalhador que foi despedido por estar alcoolizado, não seria de procurar uma solução de reintegração em vez de se limitarem à expulsão. Não que os copos ajudem à performance (meninos, não desmintam), mas o despedimento ajuda ainda menos, eu diria até que a impossibilita.

Sendo o alcoolismo uma doença (mesmo que lhe queiram chamar uma doença da vontade, por exemplo), a possibilidade de tratamento, com o devido apoio, devia ser a primeira ideia das pessoas à  volta, ou não? O benefício, aliás, seria extenso: pessoal, familiar, social e profissional.