segunda-feira, 14 de outubro de 2013

meditação

Na mercearia da Rua do Regedor há, junto à caixa, três fotografias do merceeiro, um indiano ou paquistanês, não sei, que me vende, sem simpatias, o maço de tabaco. Duas dessas fotografias, a preto e branco, mostram-no junto a uma caixa de fruta, em duas posições diferentes. Parecem postais antigos, de uma Lisboa que já não existe, postais que foram, como dizer?, actualizados.

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Na mercearia da Rua do Regedor há (junto à caixa) três fotografias do merceeiro, um indiano ou paquistanês (não sei) que me vende (sem simpatias) o maço de tabaco. Duas dessas fotografias (a preto e branco) mostram-no junto a uma caixa de fruta (em duas posições diferentes). Parecem postais antigos (de uma Lisboa que já não existe) postais que foram (como dizer?) actualizados.

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Na mercearia (da Rua do Regedor) há três fotografias do merceeiro (um indiano ou paquistanês) que me vende o maço de tabaco. Duas dessas fotografias mostram-no (junto a uma caixa de fruta). (Parecem postais antigos) postais que foram actualizados.

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Na mercearia há três fotografias do merceeiro (que me vende o maço de tabaco). (Duas dessas fotografias mostram-no.) Postais (que foram) actualizados.

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(Na mercearia) há três fotografias do merceeiro. (Postais actualizados.)

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(Há três) fotografias (do merceeiro).

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Fotografias.

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