domingo, 15 de dezembro de 2013

sempre me afoguei ao domingo. talvez seja da lentidão da manhã, do tanto que tudo demora (a máquina de lavar, o almoço, o decidir do que fazer da tarde), talvez seja do tédio infantil ou da minha própria falta de direcção. hoje eu não podia declamar as minhas teses na varanda, não podia ajudar ninguém.