terça-feira, 29 de março de 2011

em caso de emergência, Rilke

"É tão novo, está tão no princípio, que eu gostava de pedir-lhe, o mais que posso, caro senhor, que seja paciente quanto a tudo o que está ainda por resolver no seu coração e que tenha amor às próprias interrogações como se fossem salas fechadas e livros escritos numa língua muito estranha. Não indague das respostas que não lhe podem ser dadas porque não as poderia viver. E trata-se de viver tudo. Para já, viva as questões."